Os maranhenses mais supersticiosos estão sem muitas opções de escolha para pular as sete ondas neste réveillon, em São Luís.

De acordo com o relatório mais recente da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais, apenas a Praia do Meio está própria para banho.

Balneabilidade é a capacidade que um local tem de possibilitar o banho e atividades esportivas em suas águas, ou seja, é a qualidade das águas destinadas à recreação de contato primário.

Essa avaliação também é determinada a partir da quantidade de bactérias do grupo coliforme presentes na água.

O laudo de balneabilidade do órgão avaliou 21 pontos ao longo da orla da capital, entre eles seis pontos na praia da Ponta D’areia, cinco na praia de São Marcos, três na Praia do Calhau, dois na praia do Olho d’Água e três na praia do Araçagy. Nenhum deles encontra-se próprio para banho.

Os únicos espaços próprios para banho no litoral são os dois pontos avaliados na Praia do Meio, em frente ao Bar do Capiau e ao Bar da Praia.

Mas a Praia do Meio também pode dar prejuízo aos mais desatentos. Em 2014, a variação da maré pegou muitos banhistas de surpresa e acabou engolindo, literalmente, os carros que estavam estacionados em cima da areia.

Segundo a Marinha do Brasil, a variação de maré na noite desta terça-feira (31), pode chegar a 5,2 metros às 22h.

Língua negra reaparece
Mais uma vez, a poluição tem preocupado banhistas na Praia do Calhau, em São Luís, onde voltou a ser registrada a presença de uma língua negra, como é chamada pelos especialistas, decorrente do despejo de esgoto no Rio Calhau. A primeira vez que esse rastro de poluição foi registrado foi em 2015.

“A língua negra foi o termo que nós expressamos em 2015 para exemplificar o problema do lançamento de esgoto in natura proveniente, provavelmente, de uma estação elevatória que fica no Cohajap com despejo que, em função do mal funcionamento, resultou na poluição do Rio Calhau e o consequente lançamento na praia do Calhau”, explicou o doutor em engenharia sanitarista e ambiental, Lúcio Macedo.

O problema voltou em março de 2016, repetiu-se em novembro, no início de 2017 também, assim como em janeiro e abril do ano passado. Só em 2019, essa é a terceira vez que a situação é observada na Praia do Calhau. Antes desse fim de semana, a língua negra também foi observada nos meses de janeiro e setembro.

Via- G1

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